O IDB  apoia a Mobilização Nacional contra o Aedes aegypti 

12645081_1163757733642841_8217241684290007323_nSábado foi dia de Mobilização Nacional contra o Aedes aegypti em todos os municípios brasileiros.  A iniciativa faz parte do Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes e à Microcefalia, lançado pela presidente Dilma Rousseff em dezembro do ano passado. Ao todo, 19 ministérios e outros órgãos federais estão mobilizados para atuar conjuntamente neste enfrentamento, que contará com a participação dos governos estaduais e municipais. O Instituto Dom Barreto também tem essa preocupação, e, por meio de seus canais de comunicação, se propõe a divulgar notícias e ações que apoiem a campanha nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti.

A mobilização do último sábado, contou com a participação de 220 mil militares do Exército, Marinha e Aeronáutica, que juntos com profissionais dos estados e municípios, vão às ruas orientar a população sobre o combate aos criadouros do mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e do vírus Zika. O reforço das Forças Armadas estará distribuído entre cerca de 350 municípios das 27 unidades federativas. A região Nordeste contará com o reforço de 28,6 mil militares.Cerca de 4 milhões de panfletos informativos também serão distribuídos durante a ação.

Após a mobilização, a próxima etapa será entre os dias 15 e 18 de fevereiro, quando 50 mil militares das Forças Armadas farão visitas em ação coordenada com o Ministério da Saúde e autoridades locais para inspecionar possíveis focos de proliferação nas casas e aplicar larvicida. E a última etapa será em parceria com o Ministério da Educação, com visitas às escolas e conscientização das crianças e adolescentes sobre formas de evitar a multiplicação do mosquito transmissor.

 Você pode eliminar criadores de maneira simples e prática

Para erradicar o Aedes aegypti e todos os seus possíveis criadouros, o Ministério da Saúde recomenda à população a adoção de uma rotina com medidas simples para eliminar recipientes que possam acumular água parada. Quinze minutos de vistoria são o suficiente para manter o ambiente limpo. Pratinhos com vasos de planta, lixeiras, baldes, ralos, calhas, garrafas, pneus e até brinquedos podem ser os vilões e servir de criadouros para as larvas do mosquito. Outras medidas de proteção individual também podem complementar a prevenção das doenças, como o uso de repelentes e inseticidas para o ambiente.

O que é o Zika Vírus?

Identificado pela primeira vez no país em abril, o vírus da zika tem provocado intensa mobilização das autoridades de saúde no país. Enquanto a doença costuma evoluir de forma benigna – com sintomas como febre, coceira e dores musculares – o que mais preocupa é a associação do vírus com outras doenças. O Ministério da Saúde já confirmou a relação do vírus da zika com a microcefalia e investiga uma possível relação com a síndrome de Guillain-Barré.

Como ocorre a transmissão?
Assim como os vírus da dengue e do chikungunya, o vírus da zika também é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

Quais são os sintomas?
Os principais sintomas da doença provocada pelo vírus da zika são febre intermitente, erupções na pele, coceira e dor muscular. A evolução da doença costuma ser benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente em um período de 3 até 7 dias

Como é o tratamento?
Não há vacina nem tratamento específico para a doença. Segundo informações do Ministério da Saúde, os casos devem ser tratados com o uso de paracetamol ou dipirona para controle da febre e da dor. Assim como na dengue, o uso de ácido acetilsalicílico (aspirina) deve ser evitado por causa do risco aumentado de hemorragias.